A história da cadeira de rodas.

Hoje vamos conhecer mais sobre a história da grande companheira de todas as horas dos cadeirantes, a cadeira de rodas.

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O deus e o rei cadeirantes.

Segundo muitos dizem, a cadeira de rodas foi inventada no Egito, e era uma espécie de carrinho que servia para transportar as pessoas, porem existem algumas gravuras gregas, datadas do século IV AC que mostram Hefesto sentado em uma cadeira de rodas.

Hefesto era o deus da metalurgia, conhecido por ser o ferreiro dos outros deuses e por ser adorado pelos artesãos e metalúrgicos da Grécia antiga.

Muitos e muitos anos depois em 1595, o rei Fillipe II da Espanha usaria uma cadeira de rodas, cadeira esta bem avançada para época já que era reclinável e tinha apoio para os pés.

A evolução da cadeira de rodas.

Por muito tempo não existia a fabricação de cadeira de rodas, elas tinham que ser feitas por encomenda e eram algo parecido com uma poltrona sobre rodas, duas rodas grandes atrás, duas rodas pequenas na frente e pesava coisa de 25 KG.

Em 1655, Stephan Flarfler que era relojoeiro e paraplégico, criou um modelo de cadeira de rodas triciclo, que além de ser confortável podia ser movimentado pelo próprio cadeirante, algo um pouco mais parecido com as cadeiras de rodas de hoje em dia.

Em 1933 o americano Hebert A. Everest encomendou uma cadeira de rodas que desse para ser transportada em um carro, então o engenheiro, H.C. Jennings criou, um modelo de cadeira de rodas dobrável, muito parecido com as cadeiras de rodas atuais, este modelo foi patenteado e usado por anos com a marca Everest Jennings.

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As cadeiras de rodas modernas.

As cadeiras de hoje em dia são bem mais modernas e versáteis. Grande parte desta versatilidade que as cadeira de rodas hoje tem, se deve aos novos materiais e tecnologias que o século XX trouxe.

Hoje temos cadeiras de aço, alumínio e até de fibra de carbono, e dentre estas cadeiras existem modelos, dobráveis, desmontáveis, motorizadas, adaptadas para esportes dentre outras.

Existem vários modelos, que variam de preço de acordo com sua funcionalidade e qualidade do material do qual são feitas, as cadeiras de alumínio são bem mais baratas que as de fibra de carbono por exemplo. Com isso, o cadeirante pode escolher a cadeira que melhor se encaixa ao seu bolso e a suas necessidades.

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Especial modalidades paraolímpicas (parte 2).

Semana passada conhecemos metade dos esportes que estarão presentes nas Paraolimpíadas do Rio, hoje vamos conhecer o resto deste esportes, e aprender um pouco sobre cada um deles.

Paraolimpíadas

 Mais modalidades paraolímpicas.

Como todo mundo já sabe as Paraolimpíadas de 2016 vão ser no Rio, e em comemoração a isso resolvi fazer este especial sobre as modalidades Paraolímpicas. Semana passada conhecemos treze dos vinte e três esportes que estarão nas Paraolimpíadas do Rio, e hoje eu e vocês, vamos conhecer os outros dez.

Natação.

Sem duvida é o esporte mais popular dos jogos, é praticado por atletas com deficiências físicas ou visuais que são divididos em categorias de acordo com o grau de suas deficiências e de suas habilidades no nado. É proibido o uso de próteses, a única ajuda que os atletas podem ter é a dos tappers, usados para bater de leve nas costas do deficientes visuais, para avisar que a borda da piscina esta próxima.

Remo.

Um dos esportes mais novos das Paraolimpíadas, é disputado por deficientes físicos usando equipamento adaptado.

Rúgbi em cadeira de rodas.

Esta oficialmente nos jogos desde 2000, a categoria é mista, jogada tanto por homens quanto por mulheres, os atletas são tetraplégicos, o jogo dura 4 períodos de 8 minutos cada e os times formados de 4 jogadores e 8 reservas.

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Tênis de mesa.

Com categorias para atletas sentados e em pé, é disputado por atletas, paraplégicos, amputados e com deficiência intelectual. Os jogadores podem ter a raquete amarrada nas mãos e usar órteses e próteses.

Tênis em cadeira de rodas.

Disputado por atletas  com deficiência física em pelos menos um dos membros inferiores, as regras são praticamente as mesmas do tênis comum, a principal diferença é que a bola pode quicar duas vezes.

Tiro com arco.

O esporte, tem disputas individuais ou em equipe, para atletas em pé e cadeirantes. O tiro com arco é dividido em três classes funcionais, é disputado por atletas amputados, paraplégicos e com paralisia cerebral.

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Triatlo.

Praticado por amputados, cadeirantes e deficientes visuais, o triatlo tem um percurso de 750 metros de natação, 25 KM de ciclismo e 5 KM de corrida.Os cadeirantes usam uma handbike durante a parte do ciclismo e a própria cadeira de rodas na parte da corrida.

Vela.

Presente nos jogos desde 2000, é disputado por amputados, deficientes visuais, paraplégicos e portadores de paralisia cerebral.

Vôlei sentado.

Disputado por atletas com deficiência física com diferentes graus de deficiência, as partidas acontecem em quadras menores, por isso as partidas costumam ser mais rápidas que as do vôlei normal. Como alguns atletas possuem ao menos uma parte dos membros inferiores, existe uma regra que, obriga os jogadores a ficarem sentados o tempo todo.

Chegamos ao fim…

Este foi a ultima parte do especial sobre as modalidades Paraolímpicas, agora finalmente conhecemos todos os vinte e três esportes que estarão presentes nas Paraolimpíadas do Rio, espero que tenham gostado e até a próxima.

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Especial modalidades paraolímpicas (parte 1)

Hoje vamos conhecer treze dos vinte e três esportes que estarão presentes nas Paraolimpíadas do Rio em 2016.

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As modalidades Paraolímpicas (parte 1)

Os primeiros jogos Paraolímpicos foram sediados em Roma na Itália em 1960, 56 anos e 13 edições depois, os jogos serão realizados aqui, no Rio. Serão disputados 23 esportes ao todo. Hoje você vai saber 13, destes esportes que, estarão presentes no evento, e vai conhecer um pouquinho sobre cada um deles.

Atletismo.

Possui ao todo dezessete tipos de provas, realizadas no campo, na pista ou na rua e envolvendo atletas com todos tipos de deficiência, as provas são disputadas com cadeiras de rodas, próteses ou com um guia.

Basquete em cadeira de rodas.

Praticamente idêntico ao basquete comum é jogado na mesma quadra que o basquete tradicional, usando praticamente as mesma regras, com quase nem uma diferença, a maior e praticamente única diferença, esta no fato dos jogadores estarem em cadeiras de rodas.

Bocha.

A bocha nas Paraolimpíadas é disputada por atletas com paralisia cerebral de ambos os sexos.

Canoagem.

É disputada por atletas com deficiências físicas ou intelectuais.

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Ciclismo de estrada

Com percursos de até 120 KM, é dividido por categorias de acordo com a deficiência dos atletas, cada categoria usa um tipo especifico de bicicleta adaptada a deficiência de cada atleta.

Ciclismo de pista.

Disputado por atletas com deficiência visual e por atletas amputados, com bicicletas adaptadas de acordo suas necessidades, as provas ocorrem em uma pista oval com uma extensão de 250 a 325 metros.

Esgrima em cadeira de rodas.

Disputada apenas por atletas cadeirantes, mesmo os atletas ficando bem distantes entre si, as disputas acabam sendo bem mais rápidas que na esgrima comum, já que os cadeirantes não tem muita mobilidade.

Futebol de 5.

É disputado no mesmo campo do hóquei de grama, os atletas tem deficiência visual, menos o goleiro, sendo ele o único que pode enxergar e não existe a regra do impedimento.

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Futebol de 7.

É disputado por jogadores com variados níveis de paralisia cerebral, em um campo menor, quanto as regras, são praticamente as mesmas e o impedimento não existe.

Goalball.

Disputados por atletas com deficiência visual, o esporte é jogado três contra três e os times devem jogar a bola, com guizos, em direção ao gol adversário, todos atletas ficam próximos ao seu gol, que tem a mesma largura do campo.

Halterofilismo.

O halterofilismo Paraolímpico, mais conhecido como levantamento de peso, é praticado por atletas com amputação de membros inferiores, paraplégicos ou com paralisia cerebral.

Hipismo.

Disputado por atletas com deficiência visual e física, homens competem juntamente com as mulheres de acordo com seu perfil funcional.

Judô.

Praticado apenas por atletas com deficiência visual, as regras são praticamente as mesmas do judô comum, os atletas devem estar em contato entre si o tempo todo e não existe a punição por sair da área de luta.

Por hoje é só…

Esta foi a primeira parte do especial sobre as modalidades Paraolímpicas, onde você conheceu 13 dos esportes que estarão presentes nas Paraolimpíadas de 2016, fiquem ligados no site que semana que vem eu trarei a segunda parte.

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Conheça mais sobre a paraplegia.

Hoje vamos conhecer mais sobre a paraplegia uma das mais comuns das diversas condições clínicas que podem levar uma pessoa a viver em uma cadeira de rodas.

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O que é a paraplegia?

Antes de mais nada é bom explicar que a paraplegia em si, não é uma doença, e sim uma lesão na coluna. Em outras palavras o paraplégico tem um machucado na coluna, geralmente na altura do dorso ou da lombar. Machucado este que faz com que ele perca parte dos movimentos na parte inferior do corpo.

Quando acontece?

A paraplegia acontece quando os nervos da coluna vertebral são interrompidos por algum motivo, seja acidente de carro, ter levado um tiro ou alguma queda o que é mais comum. Seja alguma condição que comprima a medula, como tumores ou alterações ósseas. E até devido algumas doenças, o que é mais raro.

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Sintomas.

Dependendo da localização da lesão medular, os sintomas e condições do paciente podem variar bastante, quanto mais alta for a lesão, maior será a parte do corpo afetada.

Depois de uma lesão completa as partes afetadas deixam de receber qualquer estímulo nervoso e na maioria das vezes a pessoa perde o controle das funções fisiológicas nas áreas afetadas.

Em alguns casos ocorre a incontinência urinaria e fecal, em outros casos ocorre exatamente o contrario, a retenção da urina e das fezes.

As paraplegias fazem com que o paciente tenha paralisia espástica, deixando os músculos contraídos ou uma paralisia flácida, deixando os músculos totalmente relaxados, deixando a pessoa incapaz de mover os membros inferiores.

O paraplégico geralmente perde a sensibilidade e ou sente formigamento nas partes afetadas pela lesão, e também podem ocorrer espasmos musculares involuntários nestas partes.

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Tratamento.

Em alguns casos como nas hérnias ou tumores, cirurgias são necessárias. Nem toda paraplegia é irreversível em alguns casos a pessoa consegue se recuperar, parcialmente ou totalmente.

Porem nestes casos o tratamento deve ser iniciado o quanto antes e deve ser muito bem feito pois, paraplegias reversíveis, podem se tornar irreversíveis com o tempo. E mesmo quando é reversível o tratamento é longo, muito longo.

Nos casos irreversíveis o tratamento é focado em fazer o paciente se adaptar a sua nova mobilidade e conseguir fazer com que ele volte a fazer as atividades do dia a dia.

Nestes casos a uma grande preocupação com a pele e mudar o paciente de posição constantemente, para assim evitar as terríveis escaras.

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Esther Vergeer a rainha do Tênis sobre rodas.

Hoje vamos conhecer Esther Vergeer a melhor tenista sobre rodas que o mundo já viu.

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Esther vergeer.

Esther Vergeer é uma linda ex-paratenista da Holanda, portadora de mielopatia vascular, ela tem 35 anos e é para o tênis sobre rodas o que o Pelé é para o futebol. Esther era a numero um do ranking desde 1999 e não perde uma partida se quer desde 2003, se aposentou invicta em 2013.

Vergeer ganhou oito medalhas em Paraolimpíadas, sendo sete de ouro e uma de prata, além disso ela é Enea-Campeã (ganhou nove vezes) do Open da Austrália, Hexa-campeã (ganhou seis vezes) do torneio de Roland-Garros e Penta-campeã (ganhou cinco vezes) do Us Open.

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Esther, invencibilidade e números.

Esther não perde uma partida desde 2003, como se aposentou em 2013, ficou dez anos sem nem uma derrota, ao todo foram 470 partidas de invencibilidade.

Ao longo de sua carreira Vergeer, ganhou 169 troféus, tem 700 vitórias e apenas 25 derrotas, conquistou 148 titulos no simples, 136 titulos nas duplas, 21 titulos de Grand Slam no simples e 23 titulos de Grand Slam nas duplas.

Jessica Cox a piloto de avião sem braços.

Hoje vou contar um pouco sobre a Jessica Cox, ela é piloto de avião, palestrante e lutadora de taekwondo e tudo isso sem ter braços, imagina se tivesse.

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Quem é jessica cox ?

Jessica Cox é uma americana de 33 anos, nascida sem os dois braços, ela foi a primeira pessoa sem braços a tirar uma licença de voo no mundo. Jessica mora no Arizona, é muito simpática e é dona de belos cabelos e de um sorriso mais belo ainda. (prevejo pretendentes em 3…2…1…)

Nascimento e infância.

Jessica nasceu sem os braços devido a um problema que nem os médicos sabem explicar. Quando Jessica nasceu e seus pais perceberam que ela não tinha braços, foi um verdadeiro choque, sua mãe ficou arrasada, ficou imaginando como a filha poderia viver sem os braços, a mãe de Jessica chegou a se culpar achando que tinha feito algo de errado durante a gravidez e que isso tinha feito sua filha nascer sem braços.

O pai dela permaneceu firme e forte ao lado da mulher, segurou sua mãe, e disse, que tudo daria certo. A mãe de Jessica sempre a apoiou em tudo, dizendo que ela seria capaz de conseguir fazer tudo, desde que fizesse isso com vontade e verdade. Seu pai nunca derramou uma lágrima sequer por Jessica ter nascido sem braços, pois ele nunca viu a filha como uma vitima e sim como uma pessoa normal, que poderia levar uma vida normal.

Jessica conta em entrevista que quando criança, vivia se perguntando por que justo ela tinha que nascer assim, conta que se sentia frustrada, pois todas as pessoas tinham braços e ela não. Certa vez ela chegou a perguntar pra mãe, o por que Deus a fez sem braços, sua mãe respondeu que deveria ter um motivo muito especial, pois Deus não faz nada sem motivo.

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Aceitação, trocando os pés pelas mãos e vida amorosa.

Quando mais nova Jessica se sentia incomodada com os olhares na rua, mas com o tempo ela passou a se aceitar e deixou de se preocupar com a opinião alheia, ela percebeu que se os outros não a aceitam como ela é, o problema esta nas pessoas e não nela. Hoje em  dia Jessica é tão segura de si que desde seus quatorze anos, se quer usa próteses.

Jessica faz tudo com os pés e com certa facilidade e naturalidade, como abrir latinhas de refrigerantes, se pentear e dirigir por exemplo, ela diz que como nunca teve braços usar os pés e pernas pra fazer tudo é normal e natural. Tão natural como é para as outras pessoas usar as mãos e braços.

Jessica já teve alguns namoros, inclusive já foi a encontros as cegas sem que a outra pessoa soubesse que ela não tem braços, ela conta que com cinco ou dez minutos de conversa eles até esqueciam que ela não tinha braços e o encontro rolava normalmente.

Curiosidades.

Jessica tem licença de voo desde 2008, ela pode pilotar aviões esportivos leves a até dez mil pês de altura, formada em psicologia, faz palestras motivacionais mundo a fora, aos dez anos ela começou a fazer taekwondo, com quatorze ela já era faixa preta, ela também escreveu um livro autobiográfico chamado Disarm Your Limits e como se tudo isso não fosse o suficiente, ela ainda participou do documentário chamado Right Footed.

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Conheça mais sobre o Tênis adaptado.

Hoje vou falar pra vocês um pouco do Tênis sobre rodas, conhecerão, o que é, as regras e a história do esporte.

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Tênis sobre rodas.

O Tênis adaptado é praticado por portadores de deficiência motora, que impeça as pernas de se moverem, e amputados, com perca parcial ou total dos membros inferiores, ou sejam cadeirantes (o jeito digamos charmoso de se referir as pessoas que usam cadeira de rodas). O esporte é uma modalidade paraolímpica desde as Paraolimpíadas de Barcelona em 1996.

O Tênis adaptado, foi criado nos Estados Unidos durante a década de 70 por Jeff Minnenbraker e Brad Parks, é praticado na mesma quadra do Tênis convencional, se utilizando praticamente das mesmas regras, que tem apenas algumas diferenças e adaptações em relação as do Tênis comum.

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Diferenças nas regras.

A maior diferença entre as regras do Tênis comum, para as do adaptado, é o fato de a bola poder quicar duas vezes, antes de ser rebatida, inclusive no saque, sendo que a segunda quicada pode ser do lado de fora da quadra.

Quanto aos saques, eles podem ser feitos por outra pessoa, caso a deficiência do jogador o impeça disso, fora isso os jogadores não podem abandonar o assento de suas cadeiras de rodas (me pergunto como e ou pra que, eles fariam isso). Cadeiras estas que são adaptadas para terem mais equilíbrio e maior mobilidade.

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Como começou o Tênis sobre rodas.

Em 1976, Jeff Minnenbraker e Brad Parks adaptaram as primeiras cadeiras de rodas para o Tênis, em menos de um ano, na Califórnia, aconteceu o primeiro campeonato de Tênis adaptado da história, foi um verdadeiro sucesso.O esporte ficou popular rapidamente, tanto é, que em 1980 aconteceu o primeiro campeonato nacional da modalidade.

Em 1988 foi criada a Federação Internacional De Tênis Em Cadeira De Rodas (IWTF), neste mesmo ano o esporte participou dos Jogos de Seul, como exibição, em 1992 o esporte entrou oficialmente para a lista de esportes paraolímpicos valendo medalha e tudo mais.

NO BRASIL.

Quem trouxe o Tênis adaptado pro Brasil foi, José Carlos Moraes, isso aconteceu em 1985. José, conheceu o Tênis adaptado quando esteve na Inglaterra competindo pela seleção nacional de Basquete em cadeira de rodas, além disso, ele também participou, como tenista na delegação brasileira que representou o país nas Paraolimpíadas de 1996 em Atlanta.

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